GUARDiON: nova solução que responde a ameaças externas, fraudes internas e lacunas de governança
A Asseco PST criou uma solução tecnológica de segurança para sistemas IBM i, com o objetivo de oferecer segurança contínua sobre uma das plataformas mais críticas do core bancário. Chama-se GUARDiON+ e assenta na suite Precisely Assure Security. Foi divulgada e apresentada recentemente em Luanda, num evento dedicado aos temas da segurança bancária e resiliência digital.
A apresentação da nova solução GUARDiON+ foi feita perante uma plateia composta por responsáveis da maioria dos bancos a operar em território angolano, representantes do Banco Nacional de Angola (BNA) e os principais operadores de centros de dados.
Além de assegurar níveis elevados e permanentes de proteção dos sistemas IBM i e ser escalável, a nova solução GUARDiON está alinhada às exigências regulatórias, simplificando a gestão operacional e aumentando de forma significativa a resiliência das instituições financeiras.
A solução foi desenhada para responder não apenas a ameaças externas, mas também a fraudes internas e lacunas de governança, através de mecanismos de controlo, segregação de funções e rastreabilidade detalhada.
A solução é disponibilizada aos clientes numa lógica de serviço gerido (Security-as-a-Service), permitindo às instituições financeiras concentrarem-se na sua atividade principal. Neste modelo, as licenças de software são propriedade da Asseco PST, dispensando a aquisição direta pelo cliente.
Assim, a tecnologia é assegurada aos bancos apenas em conjunto com os serviços geridos GUARDiONˣ, garantindo uma gestão especializada, otimizada e consistente das funcionalidades implementadas. Esta abordagem tem a vantagem de garantir que a solução é explorada por especialistas, com parametrizações otimizadas, atualizações contínuas e operação centralizada.
Os benefícios estratégicos da solução para o cliente podem ser estendidos a quatro níveis: regulatório (alinhamento com o regulamento DORA, RGPD e normas ISSO 27001); operacional (monitorização regular, gestão de privilégios, MFA e segregação de funções); financeiro (redução de risco de incidentes dispendiosos, menor custo de auditoria e ROI visível); e governança (responsabilidade partilhada e visibilidade total sobre eventos de segurança).