Asseco brilha no Annual Summit organizado em Luanda pela revista Forbes África Lusófona
A Asseco PST marcou presença de relevo no Forbes África Lusófona Annual Summit 2025, realizado no dia 18 de novembro, em Luanda. Durante um dia intenso, líderes, empreendedores e outros agentes de mudança, oriundos de diferentes países de expressão portuguesa, trocaram ideias sobre como enfrentar os desafios da economia global e impulsionar o crescimento e sustentabilidade da economia angolana.
O Hotel Intercontinental, na capital angolana, foi o palco escolhido para a segunda edição de um evento que se afirma como um dos principais pontos de encontro da comunidade lusófona dedicada à transformação económica e social. Mais do que um fórum de reflexão, o Annual Summit posiciona-se como uma plataforma de ação, onde se pretende construir pontes, fortalecer redes e impulsionar iniciativas que contribuam para um futuro mais inclusivo e sustentável no espaço da lusofonia.
A iniciativa, que reuniu dezenas de participantes e esgotou a lotação, pertenceu ao grupo editorial Media Nove, onde se inclui a reputada revista “Forbes África Lusófona”. Contou com vários patrocinadores e apoios, tendo a Asseco PST sido um dos parceiros de excelência do evento.
O programa foi estruturado em dois momentos: o Financial Summit durante a manhã e o Economy Summit à tarde. Foi justamente na parte da manhã que subiu ao palco o administrador da Asseco PST, Pedro Miguel Lopes, para uma apresentação sobre o tema “A especialização dos serviços bancários: financiamento e inclusão financeira”.
Na sua intervenção, o responsável da Asseco PST começou por elencar os vários desafios ao nível da especialização dos serviços bancários e da inclusão financeira em Angola, para explicar de seguida como pode a tecnologia, a escala e a competitividade ajudar a ultrapassar as barreiras existentes.
Pedro Miguel Lopes terminou apontando algumas das tendências que, em sua opinião, vão crescer em Angola, designadamente o aumento da importância do mobile banking como principal canal (e não apenas complementar); a expansão do modelo de agentes bancários ou outros similares nas zonas suburbanas, e a oferta de produtos bancários especializados e orientados a nichos e segmentos.